domingo, 26 de junho de 2016

Primeiras Impressões de Dias de chuva



Acabei de ler os primeiros capítulos de Dias de Chuva (de degustação). De primeiro o titulo da obra já me instiga. Seria uma metáfora para coisas boas ou coisas ruins? Pra mim os dias chuvosos sãos os mais lindos e misteriosos; o batuque da chuva nas superfícies sólidas, o cheiro de terra molhada, o vento gelado, o céu obscurecido pelas nuvens, as ruas desertas, as camas ou poltronas quentes e aconchegantes. Mas a chuva também pode ser um fenômeno implacável, feroz, cruel com as coisas frágeis ou com os desprovidos de amparo. Ainda não sei o que a chuva trará nessas 335 páginas do livro da Carolina Mancini, mas já dá pra imaginar que tem muito mistério e criaturas fabulosas. De inicio a história da Júlia e sua família dá uma dorzinha no peito e caroços na garganta. A situação financeira difícil, a irmã desnutrida, o irmão enfermo, a mãe exausta de tanto trabalhar e um pai entregue ao vicio da bebida e dos jogos. Até que aparece uma figura misteriosa em cena, um jovem estrangeiro. Então vem as coisas incompreensíveis, a salvação, as mudanças lançando a suspeita de que tudo tem um preço, o que fez nascer aquela curiosidade que certamente me fará perder todas as unhas da mãos. O que faz Audrick ajudar a família de Júlia, o que ele viu nos olhos da menina que o encheu de surpresa e o fez socorrer-lhe a infância em ruínas, que criatura ele seria, um vampiro, um deus nórdico, um feiticeiro, um dragão!!!!? E esse relacionamento entranho que nasce entre os dois... Não da pra esquecer que Júlia tem apenas 8 anos. Enfim, essas são as dúvidas que surgem nos primeiros capítulos e é claro que eu quero mais.

Meus selinhos ^^

Meus selinhos ^^
Meus selinhos ^^