sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Desafio Literário


A Fantasista em parceria com os Blogs Vozes ao vento e Brisa Noturna  estará se lançando em um desafio literário. Um tema diverso será lançado por cada uma das participantes e contos novos será postado no blog. Desafio que servirá para aprimorar a escrita e enriquecer o conteúdo do blog. Fiquem atentos aos temas:

 O baile; Cotidiano no estilo José de Alencar:
  O fauno; Mitologia grega
O preço do silêncio; Sobrenatural
 O brilho esmeralda; Santo Graal
 Amor Sertanejo; Sertão
Espétaculo; Realismo impressionista
Obsolescência biológica; Velhice
Noite de tormenta; O leviatã
Prisioneira do escravo; Mulheres amazonas
Destempo; O tempo cronológico
Feob - A décima Valquíria; Mitologia Nórdica
Crônicas de Frau Diller; II Gurra Mundial
O Ferro Frio; Conto Élfico
A treva Traição
Lady Satã; Gatos
Estrela da Morte; Múmias
Quadro polêmico; Lendas urbanas
John; Revolução Industrial
John II Parte; Revolução industrial
John - Parte Final; Revolução Industrial
Madori no mi - Parte I - O menino que era uma guerreira; Japão feudal
Madori no me - Parte II - A casa do telhado escarlate: Japão feudal
Madori no me - Cilada; Japão feudal
A excursão  Adolescência
A excussão Parte 2; Adolescência
Viagem sem volta; Em outro mundo
Little Child - parte I; Relacionamento via internet
Little Child - Parte 2; Relacionamento via internet




Proximos temas: Japão Feudal, Dragões, Relacionamento via Internet, Shangri-la, Inimigo Intimo .

terça-feira, 11 de dezembro de 2012


Não sei se já mostrei por aqui um poema que minha irmã fez há muito tempo atrás em homenagem ao meu amor inconstante por diferentes livros e diferentes personagens. 

Que inconstante figura es.
Amar perdidamente. Até
 Chegar o amanhã, para
Descobrir que já não sonhas
 Na fantasia final sete. Para
 Amar perdidamente um
 Vampiro encantador. Mas,
 Quando chega o dia seguinte,
 Com muito orgulho e nenhum preconceito, já
 Amas incondicionalmente
Mr. Darcy e seus suaves trejeitos.
Ó pobre iludido,
Não sabe que esse encanto
 Só dura enquanto não surge outro
Na lista de seus favoritos?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

"FIONA E O JARDIM SECRETO: UMA FÁBULA MODERNA NUMA ERA MEDIEVAL"





Olá pessoal, to indicando pra vcs mais uma novidade da LitFan nacional que já já vai estar saindo do forno. "Fiona e o Jardim Secreto" é um livro da Tamara Ramos e será lançado no primeiro no inicio de 2013. Confiram a sinopse e algumas curiosas considerações da autora sobre a produção do livro. 

SINOPSE

Fiona é uma jovem apaixonada pelos livros que vê sua vida mudar completamente quando desce uma misteriosa escada que a leva a um extraordinário jardim secreto perdido em Lugar Nenhum. Inteligente, sagaz e amante das aventuras imaginárias, Fiona viajará no tempo e viverá num mundo diferente onde reis e rainhas governam um reino mágico, repleto de seres míticos que lhe ensinarão preciosas lições sobre o amor, o desejo, a amizade e a importância de conhecermos profundamente os desígnios de nosso coração.

Em Lugar Nenhum, nada é o que parece ser à primeira vista. Uma vila medieval perdida num tempo distante; um jardim secreto repleto de flores voluntariosas com a capacidade de adivinhar o futuro; um príncipe maligno capaz de acordar um dragão adormecido como símbolo de seu poder; uma rainha louca obcecada por dinheiro e vítima de sua ambição desmedida; um cavalo alado com asas azuis com a habilidade de transitar entre dois mundos e um universo paralelo cheio de magia e mensagens misteriosas.

Sobre o processo de produção da obra:

O nascimento de Fiona em nada se assemelha às histórias que ouço sobre o nascimento de Harry Potter ou de Bella e Edward da saga Crepúsculo. Fiona não foi concebida dentro de um trem e nem veio de algum sonho esquisito que me impulsionou a registrá-lo. Fiona, ao contrário, nasceu quando botei meus olhos na maior aberração que já vi na vida: The Blue Caterpillar ou a Lagarta Azul de Alice no País das Maravilhas. Ver aquela lagarta azul fumando cachimbo e prevendo o futuro virou uma chave mágica dentro da minha cabeça. 
Sinto que fui abduzida. Na época que comecei a escrever a Fiona eu caminhava da minha casa ao local de trabalho todas as manhãs e era comum me distrair na rua levando buzinada no ouvido ou tropeçando no chão. Quando chegava na minha sala precisava tomar um copo de água fria e pedir a Fiona que me deixasse trabalhar um pouco!
Fiona e o Jardim Secreto foi escrito em 12 finais de semana. Eram os únicos momentos que eu tinha para me dedicar a esse universo fantástico e eu simplesmente adorava! Nessa época comecei a ler as obras mais famosas do gênero como Harry Potter e Coração de Tinta, mas nenhuma delas me interessou. Achei tudo meio bobo, faltava uma mensagem bacana, uma trama que realmente calasse meu coração. Foi então que percebi que Fiona seria diferente. Fiona é filha do meu inconsciente, nasceu de meus próprios anseios e de minha busca espiritual. Quando comecei a escrevê-la compreendi que o Universo estava me mandando uma mensagem profunda por meio do Jardim Secreto.
Finalizada a obra começou o processo de busca pela edição e publicação. Foram dois anos recebendo Fiona e o Jardim Secreto de volta. Recebi tantos NÃOS que montei uma pasta na minha caixa de correios para arquivá-los. Viajei para Portugal em 2011 e lá bati em todas as portas. Fiona e o Jardim Secreto foi lida e recusada pelo Grupo Leya, Editora Presença, Bertrand e inúmeras outras. Eu passeava pela cidade do Porto e pensava em JK Rolling. Ela também bateu naquelas mesmas portas e recebeu muitos NÃOS. Caminhei pela Lello&Irmão (livraria mais famosa de Portugal) pensando na autora da obra mais famosa do mundo. Harry Potter levou sete anos para receber um SIM, felizmente Fiona levou menos tempo.
Mesmo acumulando nãos jamais desisti de acreditar na beleza da obra. Intimamente eu sonhava que uma grande editora compreenderia o potencial do livro e apostaria na edição. Mas o que aconteceu superou as minhas expectativas. No início desse ano recebi o convite de publicação da MODO EDITORA. A Modo é uma editora jovem, dirigida por profissionais altamente qualificados e apaixonados pela literatura. Adriana Vargas, a editora chefe da Modo, também é uma escritora e conhece bem as dificuldades dos autores em colocar seu nome no mercado. Por esse motivo eles dão todo suporte aos autores e sentimo-nos muito bem cuidados. Além do mais, a MODO atualmente é uma das melhores editoras especializadas em literatura fantástica do país. A equipe que trabalha com eles é de primeira! Fiona e o jardim Secreto será lançado pela Modo em 2013 em alto estilo. Vocês verão uma superprodução no mesmo nível das obras internacionais.
Fiona e o Jardim Secreto é uma obra que não deixa nada a dever para os títulos estrangeiros disponíveis no mercado. Foi considerada melhor do que Alice no País das Maravilhas por leitores críticos portugueses e por jovens leitores brasileiros que tiveram acesso ao original. Houve aprovação unânime dos leitores beta (leitores que testam os originais antes da obra ser apresentada ao grande público).
Após todos esses desafios, é muito gratificante anunciar que FIONA E O JARDIM SECRETO estará disponível nas livrarias do país no primeiro semestre de 2013 e tenho certeza que vai conquistar leitores de todas as idades e nacionalidades, pois é uma história que fala mais ao alto ao nosso coração.





Curta a fan page de FIONA e embarque já nesse mundo de magia: https://www.facebook.com/fionaeojardimsecreto?ref=hl

sábado, 6 de outubro de 2012

LAGOENA - Livro de Laísa Couto




Passei rapidinho para fazer algo que já deveria ter feito, mas não tivera tempo, apresentar a vcs uma série virtual muito legal que acabei conhecendo o ano passado, escrita pela talentosa Laísa Couto. Visitarem os o blog Confissoes Desajustadas e poderão se deparar um pouquinho com a sua escrita, e verão como as palavras parecem escorrer de seu âmago como as águas de um rio, com uma beleza e naturalidade sem tamanho, e ainda encontrar[a o link onde poderão conferir a série Lagoena, uma narrativa fantástica que lembra muito C. S. Lewis. 

Sinopse de Lagoena

Rheita era a única neta de um joalheiro falido. Seu pai havia desaparecido antes da menina nascer e sua mãe falecera no parto quando lhe dera à luz. Morava num país pequeno e isolado, muito ao norte, conhecido como Reino do Vinagre, numa época em que os lampiões ainda iluminavam as ruas de tijolos.
Ainda em luto e rancoroso, Dordi Gornef, o velho joalheiro, por 10 anos mantinha em segredo uma grande descoberta: o significado da marca de um S que Rheita carregava na palma da mão. A menina, desde recém nascida, fora educada a usar uma luva na mão direita, para esconder um suposto defeito de nascença dos olhares curiosos...
Porém, num certo dia, os esforços do joalheiro para manter o segredo não foram mais úteis. Rheita, que se tornou uma menina muito curiosa e inteligente, acabou encontrando um misterioso Mapa Mágico no abandonado quarto da falecida mãe e desde estão resolveu descobrir o que ele escondia, pois suspeitava que o desaparecimento do pai houvesse relação com o artefato mágico. A partir desse momento, sua vida fica totalmente ligada a ele e através de um chamado do destino Rheita e seu mais novo amigo, Kiel, embarcam numa aventura repleta de segredos ainda maiores, para além de outro mundo, para LAGOENA, A Terra Secreta que corre um grande risco de não mais existir, cabendo à menina salvá-la e proteger o tesouro do mapa da cobiça de um imperador amaldiçoado

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Um novo desafio




Hoje, 04 de Setembro, é a data de partida para um desafio que fiz com um colega literário. Eu tenho um ano para escrever um livro todinho meu e ele terá o mesmo prazo para aprender a desenhar. Sim, ele ficou com a parte mais facil. Esse é um post de lembrança, ficará pregado aqui no topo do blog até meu prazo expirar. Vamos ver se assim eu tomo jeito e enfim termino uma das minhas histórias. Boa sorte Alec, vamos fazer essa história terminar com sucesso!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Eros e Psiquê – O perdão


E novamente me via engolfada em um embotamento. Mas enquanto que antes me ia a navegar mansamente em um mar de esquecimento e calmaria, agora sentia-me arrebatada por mãos negras que me esmagavam e me puxavam para o fundo de um rio de turvas águas.
Estava novamente no Aqueronte, de onde eu havia acabado de sair, só que desta vez via apenas de longe a face de Caronte, o barqueiro, enquanto afundava lentamente. Não era o sono que Zéfiros me provocava em seu manso aconchego ao me levar a uma núpcia que me esperava. Era o sono da morte; Hades me reclamava em sua morada agora sob os caprichos daquela que carregava o amor nos lábios.
Ladina, Afrodite havia me sentenciado a um ultimo encargo; a morte. Sabia ela que a vaidade me atroçoaria mais uma vez. Da primeira foi quando com ingenuidade havia exibido as minhas irmãs aquilo que meu consorte misterioso me presenteara e sem perceber lhe despertava perniciosa cobiça. E agora, ao julgar-me feia e indigna havia aberto aquela caixa à procura da minha beleza roubada diante das tão sofridas provas a qual ela havia afligido a mim como remissão do meu erro.
Eu já divisava o fundo lodoso onde na eternidade descansaria. Pedia perdão a minha filha por arrastá-la comigo a aquele limbo escuro quando com um sopro me vi arrebatada de volta para o mundo dos vivos.
O frio não mais me tomava, não me doíam mais as feridas. Apenas um toque morno me embalava, me envolvia devolvendo o calor ao meu corpo. E eu reconheci aquele toque, aquele calor que outrora havia me devolvido a vida todas as noites, afastando a solidão e o medo do abandono quando me via desgarrado do seio da minha família e em terra de ninguém.
Reconheci aquele cheiro doce que emanava de se hálito, de seu corpo. Abri os olhos e o amor me fitava. Eu sabia que não estava sonhando, jamais teria sonho igual ali onde estava.
A carruagem de Apolo brilhava sob seus cabelos e o brilho sofria recortes de suas diáfanas asas. Ele me cobriu, apertando-me de contra seu peito, me senti aquecida por aquela plumagem macia. Ele me envolvia em suas asas.  
Chorei e pedi perdão incapaz de fita-lo, um erro que quase me roubara a felicidade. Apertava os olhos me aconchegando a seu peito. Ele preferiu não me responder em palavras. Mostrou quão era generosa sua alma me enchendo de beijos. Beijou-me com delicadeza as faces, os cantos úmidos dos olhos e por fim, com volúpia, beijou-me a boca devolvendo a felicidade a muito arrebatada da minha vida.
Olhei-o finalmente. Seu olhar refletia alivio de findando um sofrimento tão antigo quanto o meu. Alisou meu cabelo revistando-me o rosto, revistando as marcas que meu erro me causara e depois balançou a cabeça pesaroso.
Lembrando-se pousou a mão em meu ventre saliente. Muito tempo havia passado. Ela havia crescido, reconhecia aquele toque tanto quanto eu. Inclinou-se para depositar um beijo sacro em meu ventre. E ficou a fitá-lo por um bom tempo, extasiado.
– Perdoe-me, - eu disse de novo. Jamais farei novamente, jamais ignorarei o que me disseres – o amor não sobrevive sem confiança.
- Eu sei. Ele respondeu – Tu pagaste tua pena, eu também. Do destino ambos fomos joguetes. Mas estou crescido, não sou mais aquele infante que brincava inescrupulosamente com os corações, fazendo e desfazendo casais, inflamando corações por capricho. Agora tenho dimensão do poder que tenho nas mãos. Sei quando dói sofrer de amor. Nasci do amor e no amor encontrei minha reparação.


N.A. Esse é um dos mitos que mais gosto, são muitos, mas enfim. Depois do mito de Ísis e Osíris vem esse ai. A comunhão do amor com a alma e assim a maturação do sentimento. Um mito que tem ares de fábula. Contos de fadas, um final perfeitinho. E são tantos elementos fantásticos envolvidos que é impossível a uma pessoa como eu não se sentir completamente enfeitiçada por essa história. Há muitas cenas que gosto, mas por um motivo que não lembro acabei retratando pela minha visão essa ai. Faz muito tempo que escrevi. De uma época em que ainda era estupidamente romântica. Ainda assim, por mais que eu tenha mudado não faz sentido deixá-lo engavetado. Vai que tenha alguém que aprecie. Então, para não deixar o meu blog entregue as teias de aranhas por tanto tempo resolvi postá-lo. 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

No abismo


Quando foi que perdi meu encanto? Quando meu coração ficou negro e eu me nodoei com a borra que espargia além da cortinas de bruma a qual me escondia. Esperando crescer ergui o meu rosto para fitar além do muro da minha torre de marfim, um caminho sem volta... meus olhos tocaram o escuro, o escuro tomou o meu ser. Desde então levo a chaga da verdade corrompendo a tenra carne, e a frigidez que me consome alude a minha marcha adiante o vazio. Tudo o que fui se deteriora, derrete entres os dedos, vira pó negro as minhas antigas asas, se desfazem a cada passo. Eu não conhecia o mundo, ou o mundo não me conhecia? Eu não me conhecia... Onde esta a fada que outrora as crianças apontavam com os dedos e riam? Onde estão as cores que adornavam silhuetas que despontavam no meu caminho, nesse balé do acaso? Onde estão as vozes que outrora cantavam para mim. A elas me juntava em coro para acalentar os sonhadores, os leves de espírito. Hoje meu espírito anda pesado. Pesam-m e os pecados que não cometi para estar aqui, e dentre os meus a omissão. "Não feche os olhos", os espectros daqui te diriam. Os fechara ao nascer, e cresci fada, cantando para a tristeza, adubando a ilusão minha e dos outros com uma sorte de promessas falsas. Escritora, que nada, sempre fui uma mentirosa, mentia para os outros e mentia para mim, eis o pecado que me faz merecer o abismo.  

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Promo com prêmio em dinheiro


To passando no meu esquecido blog para falar da nova promoção do Eric Musashi, com prêmio em dinheiro, inclusive. 

Fanart de Celly Monteiro

1. Para concorrer, é necessário elaborar um vídeo de divulgação da obra.

2. É necessário que o vídeo tenha imagem e som.

3. A escolha do que será representado é livre, desde que relacionado à temática da obra, tanto o primeiro livro, De Lutas e Ideais, quanto o segundo, A Mão do Destino.

4. O vídeo deve ser postado no youtube. O autor, porém, é livre para postá-lo noutros lugares.

5. No ato da inscrição, feita por e-mail, o autor deve se identificar, colocando também o link de onde o vídeo foi postado. A mensagem deve ser enviada para o endereço ericmusashi@gmail.com

6. É permitido participar com mais de um vídeo, ou em mais de uma etapa do concurso, ficando a cargo do participante decidir quantos vídeos produzirá e inscreverá.

7. Os vídeos serão julgados por uma banca formada por três pessoas, recebendo notas de 1 a 5 nos seguintes critérios:
a. Criatividade
b. Originalidade
c. Fidelidade ao objetivo proposto
d. Combinação áudio/vídeo
A soma resultará numa nota de 4 a 20 pontos. O vídeo de maior pontuação será o vencedor da etapa. Em caso de empate, aquele que tiver pontuação maior no critério A, vence. Persistindo a igualdade, passa-se ao B, e assim sucessivamente.
Ainda restando candidatos empatados, a banca votará até que reste apenas um vídeo.

8. O vencedor de cada etapa estará automaticamente classificado para a grande final. Isso não o impedirá de seguir concorrendo. Para a final, ele poderá inscrever um novo vídeo, se for de sua escolha, ou fazer ajustes no seu.

9. Os vencedores de cada etapa serão revelados nos dias:
30 de setembro (primeira eliminatória)
28 de outubro (segunda eliminatória)
30 de novembro (terceira eliminatória)

10. A finalíssima se dará dia 02 de dezembro. Os vencedores serão contatados para enviarem dados para o recebimento dos prêmios. Caso algum dos vencedores não se manifeste no prazo de sete dias, o prêmio que lhe cabia será dividido entre os outros vencedores. No caso de nenhum vencedor responder, aqueles que ficaram em segundo lugar em cada uma das eliminatórias serão convocados para uma nova final, em data posteriormente anunciada.

11. Caso um mesmo candidato tenha vencido duas etapas, ele participará da finalíssima com seus dois vídeos vencedores, e será premiado em duas posições. Na situação rara de um mesmo candidato ser nomeado em todas as etapas, ele receberá os três prêmios.

12. Os prêmios são de:
R$ 700,00 para o primeiro colocado
R$ 200,00 para o segundo colocado
R$ 100,00 para o terceiro colocado


Anexo I: Informações úteis para o candidato


B. Primeiros três capítulos do volume I, De Lutas e Ideais: http://www.bookess.com/read/7595/


Anexo II: Exemplos de booktrailer



quinta-feira, 3 de maio de 2012

Poema em minha homenagem feito por Alec Silva



Não é que o amigo Alec Silva também é poeta eu não sabia. Descobri da melhor forma, com um poema feito em minha homenagem, muito fofo, lisonjeiro e marcado por elementos que eu adoro. Muito obrigada pelas lindas  palavras, amigo.

Confiram o poema no site abaixo:   O Ciclo da Virtude


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Reminiscências


Lembro de quando tinha treze anos e voltei ao interior em visita a uma tia. Sabia ser bezerro que encontra as porteiras abertas. Só não sabia que o medo, indutor da obediência, havia deformado a alma rebelde. Naquela época já era alienígena. Meus primos brincavam na rua livremente como bezerros soltos no pasto. Eu bezerro habituado ao curral, queria acompanhá-los em sua rotina como um pássaro antes engaiolado anseia em sentir o vento bater em suas asas. Mas a exposição excessiva a aquele sol inclemente começou a deixar marcas implacáveis em minha pele.
O bom senso emprestado pelos grilhões me obrigou a recuar novamente para as quatro paredes e me resignar às sombras da casa de tia. Mas havia a minha prima e suas amigas com suas vidas libertas. Tão pleno desfrute da liberdade me fazia lembrar daquela natureza primitiva tão dolorosamente enjaulada. Quis juntar-me as elas, ser novamente bicho selvagem, liberto no inocente deleite de explorar aquele mundo ao qual pertencia. Abraçar o horizonte sem o receio de ter seu pé restrito pelas correntes.- Iremos sozinhas, sua prima fica para não queimar a pele branca. - Foi a resposta das amigas da minha prima. Engoli um nó diante daquele sentimento que naquela época ainda não conhecia. Procurei nos olhos da minha prima aquela mesma rechaça.
Minha prima me amava, mas também não me compreendia. Para ela eu também era a bonequinha estragada pela mãe. A que levava as correntes invisíveis da obediência.
Eu a admirava. Sonhava em ser tão livre quanto ela. Sonhava em ter coragem de quebrar as correntes.
Por ironia para a minha mãe eu era a filha rebelde. Também ela não me compreendia. O que eu fazia, mesmo sangrando pelos grilhões, era apenas mérito de sua autoridade. Nada que eu fizesse jamais seria bom por que não passaria de uma semi-obediência. Conhecia a alma rebelde e desconsiderava o esforço. Via apenas a própria força que fazia para manter firmes as amarras.
E essa semi-obediente não era uma coisa nem outra. Nem liberta, nem dócil, nem feliz. Como sempre apenas dois pratos oscilando na balança, sem chegar a peso algum.

Meus selinhos ^^

Meus selinhos ^^
Meus selinhos ^^