terça-feira, 29 de março de 2011

SELO DESAFIO LEITURA NACIONAL



Recebi esse selo da This Gomez, uma super companheira de Antologia e escritora da série de contos Ar de Evasão. A This tem feito um belo trabalho de apoio aos novos escritores nacionais. E o blog dela Conto e Conto é super interessante, tem sido uma das maravilhas que descobri nos últimos dias.
Bem, vamos lá as minhas respostas a esse MEME sobre os livros Tupiniquins!

I) Quantos livros nacionais há na sua estante?

Contei e deu 19, foi um trabalhão por que os mais antigos andam espalhados pela casa em gavetas e recônditos que nem imaginava. É são bem poucos (minha estante mesmo não é lá grande coisa, sempre fui mais rata de biblioteca a qualquer outra coisa), sempre gostei de musica nacional e literatura estrangeira, agora to tentando gostar de musica internacional e me apegando muito mais a literatura nacional.

1. Triste Fim de Policarpo Quaresma  - Lima Barreto
2.  Memórias de um Sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida

3.  O Noviço - Martins Pena

4. O diário de um mago - Paulo Coelho 
5. A droga do amor – Pedro Bandeira

6. Soneto de fidelidade – Vinicius de Moraes

7. Noite na Taverna – Álvares de Azevedo

8. Quincas Borba – Machado de Assis

9. O Cortiço – Aluisio de Azevedo

10. Historinhas pescadas vol – 2 ...

11. Beijos e Sombras – Org. Jossi Borges

12. Draculea – Vol 1 – Org. Ademir Pascale

13. O Grimoire dos Vampiros – Org. Georgette Silen

14. Olhinhos de gato – Cecília Meireles

15. Minhas memórias de Lobato – Luciana Sandroni

16. Fugindo de casa – Suzana Dias

17. Office-Boy em Apuros – Bosco Brasil

18. Pequenas atitudes – Joamar Z. Nazareth

19. Uma história de futebol – José Roberto Torero


II) Quando e qual foi o último livro nacional que você comprou?

Olhinhos de gato – Cecília Meireles

III) O que achou dele?

Não comecei a ler ainda, tenho uma lista de livros à frente dele. Acabei estabelecendo uma lista de prioridade devido a uma pilha de livros que está se acumulando em minha estante a espera de leitura. Mas posso falar naquele ultimo que li, posso dizer que amei e estou esperando sair o segundo livro da série, é ele: Os olhos de Thera, um thriller fantástico da amiga Leia Kiuski.

IV) Entre os nacionais que já leu, de qual menos gostou e qual mais te surpreendeu?

É difícil falar naquele que tenha me desagradado por que sei que meu julgamento pode ter sido afetado pelo estado de espírito da época. Por exemplo, peguei Memorial de Aires de Machado de Assis para ler quando tinha 17 anos e acabei abandonando a leitura simplesmente por que era uma época em que meu espírito estava em estado de fervura. Digamos que eu estava muito agitada e naquele momento queria algo que me causasse mais emoção. Nunca voltei a ler o livro e por isso não posso julgar. Um exemplo que poderia citar é O príncipe fantasma de Ganymédes José e Teresa Noronha. Ao terminar de ler o livro eu poderia dizer que ele não me agradou por que era para um publico jovem, talvez para adolescentes de 12, 13 anos. Na Época eu tinha 19 anos. Mas pensando bem acredito que a essa idade eu me sentiria do mesmo modo decepcionada com a leitura. Leio José de Alencar desde os 12 e por isso a essa idade já era um pouco mais exigente.

Agora o livro nacional que mais me agradou. Eu poderia facilmente citar um dos livros de José de Alencar. Amo todos eles apesar de me decepcionar com alguns finais e sempre me pegar tentando escrever outro final para a história. rs Porém acho que o mérito vai para uma escritora mais contemporânea, que soube reconstruir como ninguém um período histórico cheio de emoções que foi a guerra dos farrapos. A casa das sete mulheres de Letícia Wierzchowski foi o livro nacional que mais mexeu comigo nos últimos tempos. Sobretudo por que achei brilhante a forma como ela conseguiu sustentar a narrativa até o fim com o mesmo lirismo, com a mesma sensibilidade sem que a narrativa se desgastasse em nenhum momento. Acho que nem Homero foi tão brilhante narrando os dez anos da guerra de tróia quanto ela foi narrando o mesmo tempo de guerra do povo do continente contra o poder regente da época. Posso dizer que me identifiquei com cada personagem, e posso dizer que me deixei impregnar com a melancolia que ela passava a toda vez que um personagem tomava seu fim conforme a sua história. É uma narrativa forte e tocante que poderia dizer, cada pagina vem impregnada com um doce perfume de rosas.

V) O que acha que falta aos autores nacionais para que a barreira do preconceito dos leitores seja vencida?

Não acho que falta nada, a meu ver os escritores nacionais são tão completos quanto os de qualquer outro país, o que falta é o valor e incentivo das editoras em investirem um pouco mais na produção nacional. Pelo o que vejo são as editoras pequenas e recentes que estão investindo nos novos autores nacionais. As editoras grandes e renomadas ainda preferem investir nas produções que vem de fora.

VI) Cite 4 livros nacionais que espera ler em breve.

Bem, são muitos, mas tem que ser só 4 não é?

A trilogia Dragão de Éter -  Raphael Draccon. (Dizem que é inspirado em Final fantasy)

A Batalha do Apocalipse - Eduardo Spohr

A fome de Ibus – Albareo Adreos

O vale dos Anjos – Leandro Shulai

Furia Lupina – Alfer Medeiros

Ops, tem 5, mas fazer o que né? :)


VI) Indique 5 blogs para este desafio...


quarta-feira, 23 de março de 2011

Campanha adote um autor nacional

Essa é uma campanha criada pela escritora e jornalista Nara Vidal, uma excelente iniciativa alíás. A proposta é ADOTE UM AUTOR NACIONAL POR UM MÊS! Compre o livro, leia e divulgue, não custa nada, o prazer será o mesmo e a nossa literatura nacional precisa ser incentivada. Veja mais detalhes da campanha no site da Nara Vidal.

Agora lá vai as minhas sugestões:

Fúria Lupina - Alfer Medeiros
Viajar sem dinheiro e garfes internacionais - Nara Vidal
Devaneios Literários - Mariana Collares
Os olhos de Thera - Leia Kiuski
Ariane - Alec Silva
O Vale dos Anjos - Leandro Schulai
A fome de Íbus - Albarius Andreos
Agridoce - Simone O. Marques
Aos olhos da Morte - M. D. Amado
Trilogia Donas do Mundo - Jossi Borges
Contos sem classe, textos sem curso - Snake
Lazarus - Georgette Silen
Alma e Sangue - Nazarete Fonseca
Adorável Noite - Adriano Siqueira

segunda-feira, 21 de março de 2011

A antologia Sociedade das Sombras


Sociedade das Sombras é a nova antologia organizada pela pareceria do Blog contos sobrenaturais e a Editora estronho. A antologia contará com autores que participaram da rádio Digital Rio e acabaram fazendo parceria com o blog Contos Sobrenaturais. Ao todo são 15 autores. O prefacio está por conta da escritora Giulia Moon. Saiba mais sobre a antologia no blog da nossa parceira Anny Lucard.

O pacto I Parte - Eldynir, o Dragão Diáfano




No inicio eles eram selvagens e inalcançáveis, mas quando o pacto de paz que selava o domínio dos céus foi rompido, eles tomaram a defesa dos homens. Assim se deu inicio a saga dos cavaleiros e seus dragões.

Não importava o quanto meus pés se afastavam da terra do vale, eu ainda conseguia ouvir os gritos das pessoas e o cheiro de sangue vertido. Quanto mais eles estalavam em meus ouvidos mais eu continuava seguindo em frente sem dar importância ao cansaço e ao choramingo de Julian atrás de mim. Não fazia ideia de até que ponto a raiva e o medo havia me feito insensível, apenas continuava andando, escalando com uma fúria desesperada as pedras que circundavam a nossa devastada terra natal e nos separava dos planaltos, o mar de gelo e em algum lugar além, a terra do fogo. Esta ultima deveria ser o nosso destino final. Lá estaríamos salvos segundo vovó. Salvos, mas como e porque eu não fazia idéia. Tudo o que conseguia sentir e pensar tinha a ver com aqueles gritos que me perseguiam, que ainda repercutiam interminável em meus ouvidos.

Vovó está morta assim como provavelmente toda a nossa aldeia. E a morte também parecia em nosso encalço, perseguindo nosso rastro, espreitando a oportunidade de uma rasteira. Incansável, eu andava, mais e mais. As costas comichando com aquela ameaça iminente que o medo fazia colar nela como uma companhia certeira. Nunca havia estado mais apavorado. Julian choramingava, arquejava de agonia e cansaço, implorava, eu o ignorava. Enraivado por sua fraqueza, por tamanha infantilidade, o torturava com prazer, com uma perversidade que havia brotado da dor e da raiva. Havia me tornado deveras um imbecil.

Quem eram eles eu não sabia. Jamais havia visto hoste mais bela e também mais terrificante. Suas armaduras reluziam negras como azeviche. Eram feitas de pedra da lua, isso eu sabia, já havia visto uma cair do céu uma vez, e sabia bem o que um ferreiro bem exímio poderia fazer com ela. No escuro elas reluzem como estrelas, mas sob a luz do dia parece treva liquefeita e espelhada. Nenhuma espada do mundo pode ferir a carne de uma pedra da lua, ou mesmo arranhar. Já aquelas armaduras os faziam invencíveis, mas ainda havia as asas. Negras também como as de um corvo. As asas lhes conferiam o domínio do céu.

O que criaturas tão incríveis poderiam querer em uma aldeia tão simplória como a nossa, derramando um sangue que não queriam beber? Eu não fazia ideia. Mataram homens e mulheres, velhos e crianças. Crânios e crânios esmagados sob o peso de suas maças. Matavam e revistavam a volta como que procurando por algo mais importante, enquanto isso simplesmente esmagava os vermes que encontravam pelo caminho. Vi tudo da tenda de vovó enquanto ela nos aprontava para fugir. “Cuidem um do outro.” Ela disse. “Só precisam chegar até a terra do fogo e estarão salvos.” Foi a ultima coisa que nos disse.

Rastejamos pela fileira de pedra que levaria até o topo do vale. Mimetizados em meio à paisagem negra conseguimos nos livrar da maça implacável daquelas mariposas da morte. De um nincho das rochas vi o que eles fizeram a nossa avó. Foi o que faltava para me fazer apressar o passo, seguir em frente sem ao menos parar para respirar. Eles queriam a nós dois, ou a um de nós, eu sabia, vi isso nos gestos em que interrogavam vovó momento antes de sua morte. O que eles procuravam enquanto esmagavam alguns vermes pelo caminho só poderia estar na tenda de vovó. Ou ao menos estivera. Foi o que pude concluir naquele breve momento. Sem mais qualquer conjectura obedeci a ultima ordem da mulher que nos criou. Ou pelo menos achava que obedecia...

Durante três dias caminhamos, corremos, rastejamos. Não sabia se o exercito negro da morte nos seguia, pois não havia olhado para trás em nenhum momento. Se fizesse não teria ido tão longe, também se Julian não fizesse tanto barulho atrás de mim eu não teria aquela segurança de seguir sem olhar para trás. Mas é claro que isso não justificava aquela minha atitude. Pisávamos já o mar de gelo e se meu sangue não estivesse tão quente pela excitação do medo eu teria percebido a diferença de ambiente de maneira mais eloquente. Sabia apenas que o chão sob nossos pés era níveo e liso como jamais havia sido o chão do nosso vale, e a brancura imaculada a nossa frente fazia doer meus olhos, afora isso não percebia mais nada da terra em que estávamos. Eu estava louco, e tinha uma débil esperança de que aquela loucura nos salvaria, ou apenas seguia as instruções de nossa avó de uma maneira que ninguém jamais faria?

Algo no sussurro de Julian chamou minha atenção finalmente. Ou seriam impulsos de um novo delírio? Não sei dizer. “Eles já não nos persegue, quando ele vai perceber.” sua voz era tão débil, ele também delirava, falava sozinho. Já não chorava ou reclamava. Só ao olhar pra trás pude compreender. Virei-me energicamente resmungando. “Então sua criança tola, acha que está salvo e que devemos relaxar? Eles vestem pedras da lua e possuem asas que os sustentam ao céu, e nós, nós estamos a céu aberto agora!” levantei as mãos indicando o céu e a imensidão descoberta acima de nós. Mas meu gesto parou no ar, Julian me olhava de maneira tão comovente.

Vi que apesar de ter sido tão imbecil e pouco indulgente ele se desculpava. Desculpava-se pelo o que iria acontecer. Seus olhos mostraram um caminho vermelho atrás de nós. Fitei aquelas marcas com olhar arregalado, só então me encarando francamente. Nossos pés sangravam de três dias de caminhada e eu sequer havia notado. Julian se desculpava por se importar com coisas tão bobas como sangue e cansaço. Seu corpo despencou na pedra de gelo a meu lado. Nada podia dizer ou fazer. Ergui o corpo do meu irmão de 9 anos e o coloquei nas costas.

Continuei a caminhar com meu fardo nos ombros. Estaria mentindo se dissesse que dei mais de três passos. Tombamos naquela terra branca, no lençol de leite como o meu povo chamava o mar petrificado. Eu já ouvira falar dele tantas vezes, mas não imaginava o que era sentir o gelado, o gelo bruto adentrar em sua pele e corroer a sua carne, toldar seus movimentos.

Eu estava caído como um boneco inerte, e era como se milhões de agulhas estivessem penetrando as partes sensíveis de meu corpo. Dezenas de pedrinhas pequenas pareciam ter se alojado em meus pulmões e se arrastavam pelo meu peito enquanto eu respirava. Sabia que o frio me tomava para si em uma marcha progressiva, cobrindo-me mais e mais como um cobertor entorpecente. Deitado naquele chão, eu só queria que aquilo logo acabasse.

Olhava aquele céu a minha frente, de um azul ofuscante, lembrei-me das lendas sobre criaturas que moravam em uma terra tão alta que de onde quer que olhássemos de sob o planeta não poderíamos enxergá-la; o arquipélago suspenso dos guerreiros de Noar. Entretanto, de lá das alturas eles podiam ver tudo o que se passava nas terras inferiores estando sempre a nos vigiar, por esse motivo deveríamos tomar cuidado com o que fazíamos, sobretudo por que eles sempre poderiam tomar a voz da justiça e nos julgar por pecados que por ventura cometemos.

Será que eram eles? As mariposas negras eram os guerreiros de Noar? Será que os ofendemos com algum ato abominável e por isso fomos castigados? Seria possível ter um castigo igual a aquele que a minha aldeia teve? As lendas diziam que os guerreiros de Noar velavam pela justiça, e poderia haver tudo menos justiça no genocídio do meu povo.

Logo eu não conseguia mais pensar. Apenas via o céu a minha frente obrigado pela paralisia das minhas pálpebras. Meu cérebro não articulava ideia, eu apenas via. Eles haviam chegado. Cobriam o céu como uma nuvem de gafanhoto. Vinham de muito além, acima do céu azul. Um deles estava tão perto, preparava-me sua maça, ia arremessá-la contra meu crânio. Sua face era bela em sua máscara de ódio e jubilo maldoso. Mas o seu corpo belo e perfeito foi coberto pelo fogo. O vi gritar e espernear no ar enquanto as penas de suas asas chamuscavam e sua armadura derretia. Pedra da lua é perecível ao fogo, apenas ao fogo.

Ele caiu em algum lugar daquele deserto de gelo. Além deles havia outras criaturas aladas no céu. Como eu havia me esquecido! Se lembrasse das criaturas que moravam na terra do fogo compreenderia ao menos um pouco aquela ultima ordem de vovó.

Não havíamos ainda alcançado a terra do fogo, mas eles estavam ali, os lagartos do céu. Dragões de todos os tipos pintavam o céu de colorido. Havia os negros e reluzentes que mais pareciam vestidos de pedra da lua também. Havia os vermelhos flamejantes cujas escamas pareciam cobrir-se de larva fervente. Havia os verdes escama de jade moradores das florestas e cavernas, e o mais belo de todos que poderia vislumbrar; o dragão diáfano, cujas escamas eram mais puras que aquela neve, peroladas, pareceria concentrar luz. Tratava-se do mais sagrado de todos os dragões, o maior e mais majestoso deles. Nunca pensei viver para ver um deles, e ao que parecia era a ultima coisa que veria.

O céu esfumaçava, os guerreiros alados pareciam moscas esturricadas no ar. Alguns deles investiam contra o pescoço dos dragões com a intenção de abatê-los em um só golpe, mas não passavam de débeis mariposas perto de tão majestosas criaturas. Não sei se partiram em debandada, tudo parecia aquietar-se. O frio me tomava, senti me engolfar em névoa, em nada. Depois senti a pele arder, tudo queimava, eu queimava de febre, o mundo queimava. Abri meus olhos. O céu se inflamava em elipse. Uma cortina de fogo me envolvia. Eu ardia. Ele soprava. O dragão diáfano soprava, o gelo derretia, eu me empapava. Afundávamos.

Agarrei a mão de Julian. O mar se abria em fenda para nos receber. Vi-me nadando desesperado agarrado a Julian, era tão inútil. Então algo nos cobriu e nos suspendeu. Vi o chão ficar distante. Uma corrente de ar parecia soprar de duas direções nos açoitando. Um zunido nítido de bater de asas em meus ouvidos. E aquele mesmo zunido embalou-me ao sono. Tudo se embotou e escureceu.

domingo, 20 de março de 2011

Video de Lançamento do Extraneus Vol. 2 - Quase inocentes




Ontem, dia 19 aconteceu o lançamento da Antologia Extraneus Vol. 2 - Quase Inocentes da qual eu participo com o conto "O Poço das Harpias". Além disso foi ocorreu no mesmo local o lançamento do livro "Situação" de Jeff Vandermerr.

Pelo visto foi muito legal, estou com uma pena imensa por não ter ido! :(


quarta-feira, 16 de março de 2011

O selo "Stylish Blogger Award".


Recebi esse selo do amigo Snake, escritor e blogueiro do Alternativos e Independentes, dentre os outros dos seus trocentos blogs. Snake é o brilhante escritor do romance Asas Negras, que ainda está em fase de acabamento, mas que já tive o privilegio de ler os 18 primeiros capítulos. E de sua autoria também a série Haptores, uma sequencia de três estórias que envolve as românticas aventuras fantásticas de criaturas zoomórficas em meio ao mundo dos humanos, desta vocês conferem detalhes aqui: Série Encantados.
Segundo as palavras do meu amigo Snake, para ganhar o selo, há algumas regras a serem seguidas:

* Ao receber o selo deve-se repassar para 15 outros blogs

* Indicar sua postagem para esclarecimentos (Como está, colocando as regras)

* Comunicar os 15 escolhidos com um comentário em seus blogs

* E incluir no seu post 7 coisas sobre você

Blogs

A caneta selvagem
A fábula inacabada
À Litfan
4 ° Brisa noturna
Contos e folhetins
Contos Sobrenaturais Digital Rio
Criando Testrálios
Devaneios Literários
Estação Harajukun
10° Krol, a Estranha
11°Lux Aetherna
12° O mundo Grego
13° Romances fantasticos gótticos e sobrenaturais
14° Um mundo distante
15°Vozes ao vento

Agora a parte mais difícil, falar sete coisas sobre mim:

1° Nasci em 1989, alguns dias antes do esperado, o que acabou dando em uma história louca.
2° Peguei gosto por desenho vendo meu pai desenhar para seus filhotes enjoados figuras do Faroeste em sua cadernetinha de bolso. Os desenhos dele eram incríveis.
3° Quando tinha 14 anos achei um tesouro deixado para trás em uma casa que fomos morar. Eram 47 fotonovelas com estórias incríveis.
4° Escrevo desde os 14 anos, coisas que jamais havia mostrado a alguém até criar esse blog.
5° Gosto da noite, de olhar casas sombrias e misteriosas, de não ter os pés no chão, de ver a chuva molhando o mundo, de coisas antigas, de gatos e de manga (fruta).
6° Escrevo por que não gosto desse mundo do jeito que é.
7° Formei-me em turismo o ano passado.

Meus selinhos ^^

Meus selinhos ^^
Meus selinhos ^^